Segunda-feira, 30.04.12

 



Rita Mello às 11:06 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.04.12



Rita Mello às 12:09 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.04.12



Rita Mello às 16:16 | link do post | comentar

Segunda-feira, 16.04.12





Rita Mello às 16:02 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.04.12

 



Rita Mello às 15:32 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12.04.12

 

 



Rita Mello às 14:31 | link do post | comentar

Terça-feira, 10.04.12

 

 

Quanto tempo durou o cativeiro de Jaycee Dugard às mãos do casal Garrido?
Resposta: 18 anos

 

Vencedores:

32 – Rodrigo Emanuel Periquito Bernardo

174 – Joaquina Anjos Maurício

209 – Carla Alexandra Louro


Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



Rita Mello às 15:37 | link do post | comentar

 



Rita Mello às 15:30 | link do post | comentar

Segunda-feira, 09.04.12

 



Rita Mello às 10:17 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.04.12



Rita Mello às 11:50 | link do post | comentar

Terça-feira, 03.04.12

 

 

Responda corretamente a esta questão e ganhe um dos três exemplares de Vida Roubada, de Jaycee Dugard, que a ASA tem para oferecer.


– O passatempo decorre até dia 9 de abril
– Só é permitida uma participação por pessoa, morada e e-mail
– Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas
– Participações com respostas incorretas ou dados incompletos serão eliminadas
– O vencedor será sorteado aleatoriamente entre todas as participações corretas e completas, sendo posteriormente contactado pela ASA
– A ASA não se responsabiliza por qualquer extravio nos correios



Rita Mello às 11:40 | link do post | comentar

Segunda-feira, 02.04.12

 

 

“Sobrevivi.

Esta é a minha história.”

 

18 anos. Um dos raptos mais longos da história.

“No verão de 1991, eu era uma criança normal. Num segundo, tudo mudou.

Durante 18 anos fui prisioneira.

Fui mãe. Fui escrava.”

 

No verão de 1991 eu era uma criança normal. Tinha amigos e uma mãe que me adorava. Eu era como vocês. Até ao dia em que a minha vida foi roubada.

Durante dezoito anos fui uma prisioneira.

Durante dezoito anos não fui autorizada a proferir o meu próprio nome.

Durante dezoito anos sobrevivi a uma situação impossível.

No dia 26 de agosto de 2009 recuperei o meu nome.

Não me considero uma vítima. Sobrevivi.

Esta é a minha história.

 

A 10 de junho de 1991, Jaycee foi raptada perto de casa, a caminho da escola. Tinha 11 anos. Os seus familiares e amigos só voltariam a vê-la 18 anos depois. Durante o seu cativeiro, deu à luz duas filhas e foi escrava dos seus raptores, o casal Phillip e Nancy Garrido. 

Neste duro e chocante relato, Jaycee revela tudo por que passou e o que sentiu após a sua libertação de um dos raptos mais longos da história.

Phillip Garrido foi condenado a 431 anos de prisão, e a sua mulher, Nancy, recebeu uma sentença de 36 anos a prisão perpétua.



Rita Mello às 11:24 | link do post | comentar



Rita Mello às 11:24 | link do post | comentar

 

 

“Uma história incrível de sobrevivência.”

Los Angeles Times

 

“Este livro foi escrito com toda a franqueza e simplicidade pela própria Jaycee Dugard, sem a ajuda de outro escritor, tornando-se desta forma ainda mais poderoso.”

The Washington Post

 

“Uma obra extraordinária… De leitura obrigatória.”

Hollywood Reporter

 

“Ao ler sobre o seu sofrimento, fiquei espantada com a sua resistência, a sua temosia ao não desistir e ceder, por mais que a sua situação piorasse… Quando acabei o livro não achei que ela tivesse ficado traumatizada. Ao terminá-lo fiquei completamente arrebatada com a sua coragem.”

Entertainment Weekly

 

“Há escritores que tentam imaginar uma provação como esta. Há tabloides que tentam tirar proveito da sua obscenidade. E há muitos sobreviventes de crimes hediondos que contaram as suas histórias em termos sórdidos e pontuados pela autocomiseração. Mas Jaycee Dugard é diferente. O seu livro é corajoso, digno e tremendamente honesto.”

The New York Times

 

“Extraordinário.”

The Daily Telegraph

 

“Uma obra inspiradora.”

USA Today



Rita Mello às 11:23 | link do post | comentar

 

A pinha é um símbolo que representa a semente de um novo começo para mim. Para ajudar outras pessoas a recomeçar, através de terapia com animais, a JAYC Foundation fornece apoio e serviços para o tratamento atempado de famílias a recuperar de experiências traumáticas – famílias como a minha, que precisam de aprender a sarar as feridas. A JAYC Foundation tem também o objetivo de promover programas de sensibilização em escolas.

 

JAYC Foundation

www.thejaycfoundation.org



Rita Mello às 11:23 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.03.12

 



Rita Mello às 15:25 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.03.12

Jaycee Dugard fez ontem a sua primeira aparição num evento público desde o seu rapto em 1991 às mãos do casal Garrido para receber o Prémio Inspiração da Fundação Família Diller-Von Furstenberg, numa cerimónia realizada nas Nações Unidas, em Nova Iorque.

Em Vida Roubada, que a ASA publica em abril, Jaycee Dugard, atualmente com 31 anos, revela tudo por que passou após ter sido raptada aos 11 anos por Phillip e Nancy Garrido, num cativeiro que durou 18 anos e foi um dos raptos mais longos da história.

Durante os anos em que esteve sequestrada, Jaycee Dugard teve duas filhas de Phillip Garrido, que viria a ser condenado a 431 anos de prisão, sendo que a sua mulher, Nancy, recebeu uma sentença de 36 anos a prisão perpétua.

“O meu nome é Jaycee Dugard e quero dizer que sabe muito bem proferir o meu nome, já que durante muito tempo não o pude fazer”, afirmou Jaycee Dugard no seu discurso de aceitação do prémio.

Jaycee Dugard revelou também que a sua mãe foi uma inspiração para si durante os anos de cativeiro. “Senti a sua esperança durante muitos anos e isso deu-me forças para continuar a viver. Tenho duas filhas maravilhosas, que amo do fundo do coração”, referiu Jaycee Dugard.

Oprah Winfrey, que foi também agraciada com um prémio de carreira, aproveitou a ocasião para elogiar Jaycee Dugard. “Eu queria ter a oportunidade de a conhecer e de lhe dizer o quanto a sua história e a sua vida significam para mim: Jaycee Dugard, tenho muito orgulho em ti, da tua coragem, da tua capacidade para ir em frente em direção ao futuro e a uma vida triunfante para ti e por usares a tua coragem e a tua força e o teu poder para mostrares ao mundo que te preocupas.”

Os prémios da Fundação Família Diller-Von Furstenberg distinguem mulheres corajosas que lutam pela justiça. Durante a cerimónia foram também distinguidas a artista Panmela Castro, que luta contra a violência doméstica; Chouchou Namegabe, que luta pelos direitos das mulheres no Congo; e Layli Miller-Muro, que fundou o Centro de Justiça Tahirih, que protege mulheres de abusos de direitos humanos.



Rita Mello às 11:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 28.02.12



Rita Mello às 10:49 | link do post | comentar

Quarta-feira, 22.02.12

 

 

Certo dia algumas crianças não foram às aulas. Foi assim que começou. E no dia seguinte desapareceu mais alguém. A pouco e pouco, as turmas iam ficando vazias. Mudávamos de lugar para ficarmos mais perto uns dos outros. Ninguém se atrevia a fazer perguntas. Eles deixavam de ir à escola e nós não queríamos, ou melhor, não nos atrevíamos a saber porquê.

 

Anne Frank e os seus colegas de escola eram crianças inocentes, inteligentes e cheias de fé no futuro. Estudavam no liceu judeu de Amesterdão, o local que os nazis escolheram para segregar as crianças judias do resto da população. Para o povo judeu, cada dia representava um desafio; para as suas crianças, apenas a escola mantinha a ilusão de uma normalidade que cada cadeira vazia vinha contrariar.

Anne Frank, cujo diário viria a ser um dos mais importantes documentos sobre o Holocausto, não poderia então imaginar o quão tristemente célebre viria a ser. Para que a memória do mundo nunca a esqueça, seis dos seus colegas de escola juntaram-se e partilharam as suas comoventes memórias. De Albert Gomes de Mesquita, que se escondeu em dez cidades diferentes da Europa, a Hannah Goslar, que sentiu o terror dos campos de concentração mas teve um milagroso reencontro com Anne Frank poucos dias antes da sua morte, estes são relatos de inocência perdida mas também de extraordinária coragem e sobrevivência durante o Holocausto.



Rita Mello às 14:22 | link do post | comentar

 

 

“Anne Frank transformou-se num símbolo universal da infância brutal e do fim da inocência no Holocausto. No entanto, a sua lenda tende a desvalorizar a vida bastante normal que levou antes de ser obrigada a se esconder. Ao destacar as experiências dos que partilharam com ela os seus dias de escola e sobreviveram à guerra, Theo Coster ajuda a dar vida a Anne no seio da sua comunidade, uma criança entre os milhões tocados dramaticamente pelo Mal. Os seus relatos de sobrevivência oferecem um poderoso e inspirador contraste à terrível morte de Anne.”

Ben Barkow, diretor da Wiener Library

 

“Poderoso e assombroso.”

Kirkus Reviews



Rita Mello às 14:22 | link do post | comentar

Theo Coster foi colega e amigo de Anne Frank no liceu judeu de Amesterdão. Fabricante de brinquedos e inventor de jogos, foi o produtor executivo do documentário The Classmates of Anne Frank. Vive em Telavive desde 1955.



Rita Mello às 14:21 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.02.12


De que país é originária Sultana, a princesa que relata a vida da família real saudita no livro A Vida Secreta das Princesas Árabes?

Resposta: Arábia Saudita

 

Vencedores:

2 – Elsa Paula Dinis Soares

220 – Armando Ferreira

416 – Cláudia Miranda Moreira Ridoaui

 

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



Rita Mello às 09:45 | link do post | comentar

Quinta-feira, 09.02.12

 

Responda corretamente a esta questão e ganhe um dos três exemplares de A Vida Secreta das Princesas Árabes, de Jean Sasson, que a ASA tem para oferecer.


– O passatempo decorre até dia 14 de fevereiro
– Só é permitida uma participação por pessoa, morada e e-mail
– Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas
– Participações com respostas incorretas ou dados incompletos serão eliminadas
– O vencedor será sorteado aleatoriamente entre todas as participações corretas e completas, sendo posteriormente contactado pela ASA
– A ASA não se responsabiliza por qualquer extravio nos correios



Rita Mello às 11:04 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 31.01.12

 



Rita Mello às 14:38 | link do post | comentar

Segunda-feira, 16.01.12

 


Sou princesa numa terra onde os reis ainda governam.

Nasci livre, mas hoje estou presa por grilhões.

 

Sultana é o pseudónimo de uma corajosa princesa da Arábia Saudita. Ela é uma das dez filhas da família real mas a sua vida, rodeada de luxo e riquezas inimagináveis, está longe de ser um conto de fadas. No seu país, as mulheres – qualquer que seja o seu estrato social – estão sujeitas à tirania ditada por um fanatismo religioso que promove a poligamia, dá ao homem o poder de castigar cruelmente qualquer mulher e incentiva os casamentos forçados, as mutilações e a violência sexual, as execuções por apedrejamento ou afogamento.

Quando aceitou contar a sua história à jornalista e escritora Jean Sasson, Sultana sabia que estava a pôr em risco a própria vida. Foi conscientemente que abdicou da sua segurança pessoal para denunciar o brutal quotidiano das mulheres sauditas. A sua voz dá-nos a conhecer um mundo no qual a sumptuosidade e a extravagância coexistem com a violência e a barbárie. A princesa partilha connosco a sua intimidade e a das mulheres que a rodeiam: as suas filhas, primas, amigas… mas, na sua franqueza e coragem, ela fala por todas as mulheres.

 

Este volume reúne os livros:

SULTANA – A VIDA DE UMA PRINCESA ÁRABE

AS FILHAS DA PRINCESA SULTANA

DESERTO REAL



Rita Mello às 12:02 | link do post | comentar

Jean Sasson viveu na Arábia Saudita durante mais de dez anos e, atualmente, vive de novo nos Estados Unidos, de onde é natural. O seu profundo conhecimento da região permitiu-lhe escrever uma vasta obra. Os seus livros são bestsellers internacionais e venderam já mais de 14 milhões de exemplares.

 

Para mais informações sobre a autora pode consultar o site www.jeansasson.com



Rita Mello às 12:02 | link do post | comentar

Segunda-feira, 02.01.12


Rita Mello às 15:35 | link do post | comentar

Quarta-feira, 14.12.11

 

 

Vida Roubada, de Jaycee Dugard, que a ASA publicará em abril 2012, foi o terceiro livro mais vendido do ano nos sites da Amazon. Neste comovente e chocante relato, Jaycee Dugard conta-nos a sua vida durante os seus dezoito anos de cativeiro às mãos de Phillip e Nancy Garrido.

Vida Roubada vendeu 175 mil exemplares só no primeiro dia e alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times, da Amazon, da Barnes & Noble e do San Francisco Chronicle, liderando também a lista de não ficção do The Wall Street Journal e da Publishers Weekly.

Em 1991, em South Lake Tahoe, na Califórnia, Jaycee Dugard estava à espera da carrinha escolar quando sentiu o choque de uma arma de atordoamento e foi atirada para dentro de uma carrinha por um casal de raptores. Tinha apenas onze anos e o seu cativeiro duraria dezoito anos. Em Vida Roubada, ela descreve as agressões e abusos sexuais de que foi vítima e o nascimento das suas duas filhas.



Rita Mello às 15:50 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.12.11


Arquivado em:

Rita Mello às 12:37 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21.11.11

A comovente história da afegã Nadia Ghulam, protagonista do livro Em Carne Viva, narrado por ela própria e pela jornalista Agnès Rotger e vencedor do Prémio Prudenci Bertrana 2010, foi transposta para o grande ecrã no documentátio Back to Nadia.

Realizado por Grau Serra e produzido pela Batabat, com a colaboração da TVE e da Televisó de Catalunya, o documentário relata a história verídica de Nadia Ghulam, uma rapariga afegã que, aos oito anos, sofreu graves ferimentos causados por uma bomba. Quando deixou o hospital dois anos mais tarde, já o regime talibã estava no poder. Com o objetivo de sustentar a família, Nadia assumiu a identidade do seu falecido irmão, uma vez que, sob o jugo talibã, as mulheres estavam impedidas de trabalhar. Levou esta vida dupla durante onze anos, até que, em 2007, conseguiu fugir para Espanha com a ajuda de uma ONG.

Back to Nadia relata o seu regresso ao Afeganistão como mulher, a nova situação no país e, em particular, a relação de Nadia com a mãe, que quer que ela regresse em definitivo ao país natal.

O documentário, que conquistou a Menção Especial do Júri no Festival Internacional de Cinema Documentário da Cidade do México 2011, terá uma antestreia em Girona no dia 24 de novembro, que contará com a presença de Nadia Ghulam e com uma sessão de autógrafos do livro. O documentário será exibido também no Canal 33 da Televisió de Catalunya nos dias 25 e 28 de novembro e no dia 1 de dezembro.



Rita Mello às 12:26 | link do post | comentar

Segunda-feira, 24.10.11


Podem ler o artigo da Glamour, da autoria de Kristen Kemp, que despertou a atenção mundial para o caso de Stacey Lannert, contado em Condenada, aqui.



Rita Mello às 12:51 | link do post | comentar

Segunda-feira, 17.10.11

 


A que pena foi condenada Stacey Lannert?

Resposta: Prisão perpétua.

 

Vencedores:

01 – Paula Miranda

25 – Ângela Magalhães da Costa

50 – Sandra Cristina Pinto Ferreira da Silva

75 – Ana Lisa Antunes

100 – Tânia Vanessa Taveira Jesus

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



Rita Mello às 11:43 | link do post | comentar

Segunda-feira, 10.10.11

 

 

A que pena foi condenada Stacey Lannert?

 

Envie a sua resposta para asa-documentos@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª  75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de Condenada, de Stacey Lannert e Kristen Kemp,  que a ASA tem para oferecer. A data limite é sexta-feira, dia 14 de Outubro.



Rita Mello às 11:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 29.09.11



Rita Mello às 10:48 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.09.11

 



Rita Mello às 14:17 | link do post | comentar

Segunda-feira, 26.09.11

O caso que abalou a justiça americana

 

Para defender a irmã, matou o pai, que a violava desde menina.

Foi condenada a prisão perpétua.

Mas este seria apenas o início do resto da sua vida

 

A 4 de julho de 1990, Stacey Lannert, de dezoito anos, matou o pai. Ele abusava sexualmente dela desde os oito anos. Até então, Stacey sofrera em silêncio. Tudo mudou nessa noite, quando percebeu que a sua adorada irmã mais nova acabara de ser vítima do mesmo crime.

Sem qualquer compaixão, o tribunal condenou-a a prisão perpétua.

Stacey sente-se agora suficientemente forte para contar a história da sua infância arrepiante, durante a qual manteve a sanidade mental graças ao amor e ao instinto protetor que sentia pela irmã. Num tom comovente e digno, relata-nos também o que aconteceu quando deu entrada na prisão, esse momento de violência brutal que, inesperadamente, a fortaleceu e fez dela uma pessoa melhor. Decidida a não se vitimizar, Stacey encontrou em si mesma a força necessária para crescer e descobriu a importância e o poder curativo do amor.

Quase dezanove anos depois, a 10 de janeiro de 2009, o governador do Missouri fez finalmente justiça.

Passados seis dias, ela era uma mulher livre.

 

Condenada é a história de como Stacey aprendeu a crescer e a conquistar a liberdade atrás das grades. É uma história de autodescoberta passada no universo paralelo de uma prisão de máxima segurança. E é, acima de tudo, um hino ao amor, à coragem e à justiça.



Rita Mello às 14:06 | link do post | comentar

 

 

“Este relato verídico, tão dramático como um filme, da vida de Stacey Lannert e da sua luta por sobreviver a abusos sexuais e aos seus resultados devastadores levanta questões profundas sobre crime, culpabilidade e a natureza da violência e da família. Este é um tema devastador e de grande importância, escrito de forma maravilhosa.”

Naomi Wolf

 

“Uma obra poderosa e frontal.”

Newsweek



Rita Mello às 14:05 | link do post | comentar

Stacey Lannert nasceu em St. Louis, no Missouri, em 1972. Em 1992, foi condenada por homicídio premeditado e sentenciada a prisão perpétua. A 10 de janeiro de 2009, a sua pena foi comutada, e Stacey foi libertada. Vive e trabalha atualmente em St. Louis, onde treina cães, dá aulas de aeróbica e fundou a Healing Sisters (healingsisters.org), uma organização sem fins lucrativos que se dedica a sensibilizar as pessoas para o problema dos abusos sexuais e ajuda mulheres a apoiarem-se umas às outras.

 

Kristen Kemp colabora desde há muito com publicações como a Glamour, a Cosmopolitan, a Self e a Marie Claire. Escreveu já diversos livros, fundou um site dedicado a questões parentais chamado Barista Kids (kids.baristanet.com) e é editora do blogue da Healing Sisters. Vive em New Jersey com o marido e três filhos.



Rita Mello às 14:04 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.09.11

 

 

Eu, Nadia, morri com oito anos.

Renasci como Zelmai.

Um rapaz entre os talibãs.

 

Nadia tinha apenas oito anos quando a sua infância terminou. Uma bomba destruiu-lhe a casa e o corpo. Passa longos meses em coma, a sua ténue vida alimentada apenas pela fé da sua mãe. Mas o milagre acontece. Ainda que desfigurada, sobrevive. Mas a sua família – feliz antes da guerra – está na miséria, e o seu adorado irmão, Zelmai, foi assassinado, deixando o pai à beira da loucura. Sozinha, a menina decide que tudo fará para salvar a família. Mas as mulheres afegãs não têm sequer o direito de trabalhar. Para evitar a fome, ela terá de renunciar à sua condição feminina. Adota a identidade do irmão e trabalha sem descanso. Aos olhos de todos, é um bom muçulmano. O que não ninguém sabe é que debaixo da sua roupa não se encontra um homem mas sim uma mulher que estremece de terror sempre que um talibã se aproxima. Mas nem isso a impedirá de, entre muitos outros empregos, cozinhar para eles. Ou apaixonar-se perdidamente…

 

Um relato absolutamente inesquecível, vencedor do Prémio Prudenci Bertrana 2010.



Rita Mello às 17:33 | link do post | comentar

Nadia Ghulam nasceu em Cabul em 1985. Durante a sua infância teve de lutar contra as maiores adversidades – a guerra civil, a fome, o regime talibã – mas conseguiu sobreviver a tudo graças ao seu engenho e arte. A sua vida inspirou também o filme Osama, de Siddik Barmak, o primeiro a ser rodado no Afeganistão depois dos horrores da guerra e galardoado nos mais importantes festivais de cinema do mundo. Vive atualmente em Espanha a fazer o que sempre quis: estudar e ser ela mesma em liberdade.

 

Agnès Rotger (Badalona, 1973) é jornalista de formação e colabora com diversos meios de comunicação, como as revistas Sàpiens e Descobrir Catalunya, e dirigiu as editoras Pòrtic e Mina. Escreveu três livros práticos para adultos e dois para crianças. Em Carne Viva é o seu primeiro projeto literário.



Rita Mello às 17:32 | link do post | comentar
















































































































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