Sexta-feira, 23.08.13



publicado por Rita Mello às 12:18 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 22.08.13



publicado por Rita Mello às 10:31 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 21.08.13



publicado por Rita Mello às 14:53 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 17.07.13



publicado por Rita Mello às 15:27 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 12.07.13



publicado por Rita Mello às 12:16 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 08.07.13


publicado por Rita Mello às 16:39 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 13.03.13



publicado por Rita Mello às 14:49 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 11.10.12



publicado por Rita Mello às 14:01 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 10.08.12



publicado por Rita Mello às 09:00 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 01.08.12



publicado por Rita Mello às 09:00 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 03.07.12



publicado por Rita Mello às 14:52 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 02.04.12



publicado por Rita Mello às 11:24 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 29.09.11



publicado por Rita Mello às 10:48 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 27.09.11

 



publicado por Rita Mello às 14:17 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 03.03.11

 

 

Fawzia Koofi, 35 anos, deputada e candidata às presidenciais do Afeganistão em 2014, trocou Cabul por Lisboa para apresentar o livro que escreveu a partir das cartas que deixava às filhas, de 12 e 10 anos, sempre que saía em campanha sem saber se voltava.

 

O ponto forte da sua agenda política são os Direitos das Mulheres, o que não espanta, visto que, por ter nascido mulher, era esperado que morresse. Que mudanças nota entre a sua geração e a das suas filhas?

Algumas, mas claramente insuficientes. A minha primeira filha foi recebida em festa; a segunda não... Mas sou de uma aldeia rural e nas cidades as tradições estão a mudar, lentamente, mas a mudar. E as mulheres são muitas, pelo que a perspectiva de as ter a começa a fazer sentido num mundo de trabalho, até aqui, exclusivamente masculino… Em casa, elas não dão lucro.

 

Sustenta no seu livro (Às Minhas Filhas, com Amor...) que a sharia e a burqa não são tão más como parecem... Quer explicar?

É tudo uma questão de liberdade de escolha, o que nem sempre o Ocidente entende... Se é imposto é mau; se é uma opção, pode ser ou não. Todos têm o direito de seguir uma lei islâmica como a sharia e uma tradição como a burqa que, para a minha mãe, foi sinónimo de protecção e, para mim, de humilhação. Os problemas de uma e outra prática resultam da diversidade de leituras. A lei islâmica, que eu professo, assenta numa prática moderada e não extremista, como a pretendem os talibãs, que se apropriaram dela para dominar a população. Em nenhum texto sagrado se  defende o adultério mas também em nenhum se legitima o apedrejamento, essa, é mais uma invenção dos talibãs!

 

Disse numa entrevista que falar com os talibãs é inútil. Mas não é também indispensável num processo democrático?

Não, porque eles não acreditam na democracia ou então participavam no processo, fazendo eleger os seus representantes no parlamento – não só não fazem como ameaçam de morte quem faz. Nunca sei quando saio em campanha, se volto... E o mundo tem de parar de  ser conivente com o Paquistão porque só enfraquecendo os talibãs é que o grupo desaparece. Quanto aos políticos afegãos, também temos muito que fazer mas não é na integração deles. A integração tem de ser feita junto daqueles que, por falta de alternativa, se juntam aos talibãs, reforçando a sua força. Eles alimentam-se da fraqueza do povo.

 

Como é que viu a chegada das forças aliadas e o anúncio da sua partida, já agendada para 2014?

Lembro-me de andar pelas ruas sem saber exactamente de que país eram aqueles militares e nem queria saber: sentia-me grata e livre. E não só eu, todos os recebemos com esperança. Mas com a invasão do Iraque os olhos do Mundo voltaram-se para lá, o Afeganistão ficou esquecido e os  talibãs emergiram de novo até a comunidade internacional ter voltado a olhar para nós mas numa única perspectiva: erradicar talibãs e al-Qaeda...

Quanto à retirada, agendada para 2014, devolvo a pergunta ao presidente Obama: Se acha que nessa data deixa para trás um país em segurança, retire. Agora, se o que fica é uma guerra interrompida, as consequências serão tão más para o meu país como para os vossos. Não é realista sair em 2014. Começar a transição sim, sair de vez, não!

 

Vai concorrer a presidente do Afeganistão nas eleições de 2014. Quais são os destaques do seu programa?

Liberdade e justiça, coisas básicas e essenciais. Nada de transcendente ou irrealista. Não estou aqui para mudar o Mundo nem mesmo o país. Este tem de mudar por si e ao seu ritmo, mas é com pequenos passos que se faz a diferença e é neles que assenta a minha proposta de intervenção... Elaborei uma lista de violências contra as mulheres que não se esgotam na violência doméstica de marido para mulher mas também na do pai para a filha quando insiste num casamento arranjado com alguém do seu meio, apenas para manter o estatuto social e a tradição... Um casamento legal tem de ser livre. A liberdade é a minha única proposta política. O resto vem por acréscimo.

 

Que opinião tem do actual presidente, Hamid Karzai? 

De início prometia ser um bom presidente mas agora está em rota de colisão com todos. Não só por causa das acusações de corrupção mas por falta de visão democrática. Karzai tem uma perspectiva étnica da política, por isso negoceia com os talibãs, o que o torna impopular aos olhos do país e do Mundo.

O Afeganistão precisa de parcerias. Irão e Paquistão e outros países centro-asiáticos estão de olho em nós. Não temos boas experiências com eles e precisamos de as ter com outros. O Afeganistão é muito apetecível, quer do ponto de vista geoestratégico, quer do ponto de vista da riqueza de recursos naturais... Há tanto para  fazer. Também por isso é o melhor país para ter nascido. Não saberia viver em paz havendo guerras por fazer.

 

(Entrevista de Dina Gusmão a Fawzia Koofi, autora de Às Minhas Filhas, com Amor..., publicada no Correio da Manhã, no dia 1 de Março.)



publicado por Rita Mello às 10:55 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 02.03.11



publicado por Rita Mello às 16:55 | link do post | comentar | favorito

 

 

As mulheres afegãs não devem ser vistas como vítimas, ainda que o sejam, porque "podem fazer a diferença" e serem "parceiras" no caminho da mudança, afirmou à agência Lusa a deputada afegã Fawzia Koofi.

Esta militante dos direitos das mulheres, que ocupou o cargo de vice-presidente da Assembleia Nacional do Afeganistão na anterior legislatura, está em Portugal a promover a sua autobiografia intitulada, na edição portuguesa, Às Minhas Filhas, com Amor....

"Embora as mulheres do Afeganistão tenham sofrido, e muito (...), elas são muito fortes. Essa é a mensagem que não é entendida pelo mundo, elas podem fazer a mudança, podem fazer a diferença e penso que não devemos olhar para elas como uma pobre mulher do Afeganistão", defendeu.

Fawzia Koofi afirmou ainda que o Paquistão e o Irão são alguns dos países que estão a apoiar os talibãs devido aos seus interesses estratégicos no Afeganistão.

Questionada sobre a existência de ligações entre os serviços secretos paquistaneses e os talibãs, a deputada respondeu também com uma pergunta: "Se elas não existem de onde é que os talibãs recebem apoio?"

"Se o grupo [dos talibãs] não tivesse apoio de fora do Afeganistão como é que podia existir e sobreviver? Não é só o Paquistão, agora é também o Irão que está a apoiar os talibãs e também outros países que têm interesses em desestabilizar a região", afirmou.



publicado por Rita Mello às 15:20 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 22.02.11



publicado por Rita Mello às 11:02 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 21.02.11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para lerem a entrevista de Natascha Kampusch, autora de 3096 Dias, à Focus, publicada no dia 9 de Fevereiro, basta clicarem nas imagens.



publicado por Rita Mello às 14:04 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 03.02.11

 

 

 

 

 

 

 

Para lerem a entrevista de Natascha Kampusch, autora de 3096 Dias, à Sábado, publicada no dia 27 de Janeiro, basta clicarem nas imagens.



publicado por Rita Mello às 14:09 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 12.11.10

 

Para lerem a entrevista de Khady, autora de Mutilada, publicada no Diário de Notícias, no dia 29 de Setembro de 2006, basta clicarem na imagem.



publicado por Rita Mello às 15:44 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 09.11.10

 

Para lerem a entrevista de Khady, autora de Mutilada, publicada no suplemento "Mil Folhas", do Público, no dia 13 de Outubro de 2006, basta clicarem na imagem.



publicado por Rita Mello às 12:49 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 22.10.10

 

A máscara é só para as fotografias. Porque ainda tem medo que a matem. No fim dos anos 70 era uma rapariga numa “minúscula aldeia” da Cisjordânia, à espera de casar. O rapaz era “belo, belo”. Começaram a encontrar-se nas ervas. Ela ficou grávida. A família reuniu-se para decidir o que fazer. O cunhado executou a sentença. Regou-a com gasolina e deitou-lhe fogo. Ela não morreu. Foi deixada num hospital, sem tratamento. A mãe tentou envenená-la. Deu à luz a meio da noite, sem ajuda. Uma organização suíça conseguiu levá-la para o estrangeiro. Hoje vive “algures na Europa”. Conta a sua história num livro, Queimada Viva. Há pelo menos cinco mil mulheres por ano vítimas de “crimes de honra”.

 

Podem continuar a ler a entrevista de Alexandra Lucas Coelho a Souad, autora de Queimada Viva, publicada na revista Pública, do Público, no dia 2 de Maio de 2004, aqui.



publicado por Rita Mello às 12:43 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 10.09.10

 

 

 

TRANSTORNO DE MÚLTIPLAS PERSONALIDADES

“CRIAR OUTRAS PESSOAS NA MINHA CABEÇA FOI A MINHA FORMA DE LIDAR DE LIDAR COM OS ABUSOS”

 

Depois de anos a ser abusada pelo pai, Alice Jamieson passou a sofrer de transtorno de múltiplas personalidades. Ela conta como o trauma moldou a sua vida.

Conhecer novas pessoas é stressante para Alice Jamieson – não é o seu nome real – e é em altura de stress que as suas personalidades estão mais propensas para aparecer. Talvez por isso não deva ficar surpreendida quando Alice vem pela primeira vez ao meu encontro na sua casa e não veja nela qualquer sinal da mulher de quarenta anos que está prestes a iniciar um doutoramento. No seu lugar está um rapaz de dez anos chamado JJ, de cabeça inclinada, braços a baloiçar e a falar num voz arrastada e aguda.

Se eu quero ver o seu candeeiro novo? Sigo-o até outro quarto, onde um espectacular candeeiro em forma de avião está pendurado no tecto. Ele faz silvar a hélice e mostra-me um conjunto de letras em madeira para serem coladas à porta. As letras formam a frase “O ANTRO DE JJ”. “Posso vir para aqui e ficar sozinho”, explica.

Sentamo-nos na cozinha e digo a JJ que acho o livro de Alice muito bom. Estou a tentar usar palavras apropriadas para uma conversa com um miúdo de dez anos quando as pernas dele param de baloiçar e ele levanta a cabeça e olha para mim intensamente. Alice está de volta. Ela aperta a minha mão e apresenta-se; não tem qualquer conhecimento da conversa que acabámos de ter.

Quando Alice tinta vinte e quatro anos foi-lhe dito que sofria do transtorno de múltiplas personalidades ou transtorno dissociativo de identidade, uma doença associada a abusos na infância. A certa altura chegou a ter quinze personalidades alternantes, muitas delas crianças com memórias específicas dos abusos por que passara, a grande maioria às mãos do pai, apesar de às vezes ele também permitir o envolvimento de outros adultos.



publicado por Rita Mello às 01:30 | link do post | comentar | favorito



publicado por Rita Mello às 00:20 | link do post | comentar | favorito

 

Pode ler a entrevista completa de Toni Maguire, autora de Não Digas Nada à Mamã e Quando o Papá Voltar, ao Sol , aqui.



publicado por Rita Mello às 00:15 | link do post | comentar | favorito
















































































































































































arquivos

Abril 2015

Março 2015

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Dezembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

tags

3096 dias

a menina que se chamava número 27

a menina sem nome

a minha vida com bin laden

a mulher do sari cor-de-rosa

a vida secreta das princesas árabes

agnès rotger

alan e irene brogan

alex tresniowski

alice jamieson

almas gémeas

as meninas proibidas de cabul

às minhas filhas com amor

beth clark

biografia

casada à força

casei com um beduíno

cinema

clara – a menina que sobreviveu ao holoc

clara kramer

cnn

comprada – a minha vida num harém

condenada

coração sem limites

crítica

desonrada

diário de notícias

diário secreto de uma mulher

divorciada aos 10 anos

documentário

donya a-nahi

elizabeth smart

em carne viva

entrevista

escolhi viver

escravas

excerto

fatima mernissi

fawzia koofi

filha do pecado

flor do deserto

grace de mónaco

heróina do deserto

inquérito

jana wain

jaycee dugard

jean sasson

jeffrey robinson

jenny nordberg

jill abramson

jillian lauren

jornal de notícias

kate mccanm

katherine boo

katie davis

khady

kristen kemp

laura schroff

leila aziz

lynne barrett-lee

madeleine

marco tosatti

marguerite van geldermalsen

marina chapman

memórias de anne frank

memórias de um exorcista

michaela deprince

miriam ali

mutilada

nadia ghulam

najwa bin laden

não digas nada à mamã

nasci num harém

natascha kampusch

nojoud ali

o diário da minha melhor amiga

o fio do destino

o inferno de alice

omar bin laden

padre gabriele amorth

passatempo

prémios

quando o papá voltar

queimada viva

sameem ali

sampat pal

sinopse

sophie morgan

souad

stacey lannert

theo coster

toni maguire

trailer

tvi

vanessa james

vida roubada

vídeo

waris dirie

wendy wallace

zana muhsen

todas as tags

Sites de Autores
Fawzia Koofi
Jean Sasson
Jill Abramson
Jillian Lauren
Kristen Kemp
Laura Schroff
Sameem Ali
Sampat Pal
Sofia Hayat
Stacey Lannert
Tony Maguire
Waris Dirie
Amigas e Amigos
A Casa Torta
A Galáxia dos Livros
A Gémea que Faltava
Alojaeasverdades
A Magia dos Livros
A Menina dos Policiais
Ametista Cintilante
A Minha Vida em Mil Páginas
Amostras e Passatempos
Anjo, Estrelinhas e Manas
Ao Ler o Livro
A Opinião do Prazer
A Participar
A Partir dos 30
Artes e Devaneios
As Ameias do Crepúsculo
As Histórias de Elphaba
As Leituras da Fernanda
As Leituras da Maggie
As Leituras do Corvo
As Minhas Leituras
Avenida Surrealista
A Viajante
Bad Books Don’t Exist
BiblioMigalhas
Biblioteca CEF LIVROS com VIDA
Biblioteca do CEDV
BlogBrottas
Blogtailors
Bookeater/Booklover
BookManíacas
Books and Books
Books Around the Corner
By Juaniska
Café de Letras
Cantinho das Partilhas
Cartuchos Literários do Guerreiro
Castelo de Letras
Chá da Meia-Noite
Chá de Menta
Chá para Dois
Chovem Livros
Cinco Quartos de Laranja
Clorofórmio do Espírito
Clube dos Livros
Clumsy Girl
Coisas da Cleo
Compartilhando Leituras
Conta-me Histórias
Cuidado com o Dálmata
Daqui Prá Frente Só Há Dragões
Declaro-me Sonhadora
Destante
De Volta dos Tachos
Directório Livros e Marcadores
Doce Refúgio
Doida por Livros
Dominus
Dos Meus Livros
Esmiuça o Livro
Esmiuçar os Livros
Estante de Livros
Este meu Cantinho
Expressividade
FazendoArte
Finding Neverland
Floresta das Leituras
Floresta de Livros
Folhas de Papel
Ganha Prémios na Net
Ganhar.me
Girl in the Clouds
Godalsky
Gosto de Ti Livro
Grilinha
Há Luz no Fundo do Túnel
Horas Serenas
Ines’s Secrets
Inocência de Amar
Já Ganhavas qualquer Coisa!
Jonasnuts
Kikisses
Lector in Fabula
Learning To Breathe on my Own
Leitura da Semana
Leituras (and so on)
Leituras… By Bauny
Leituras das Marias
Leituras de A a B
Ler
Ler e Reflectir
Ler é Viver
Ler por Gosto não Cansa
Ler, um Prazer Adquirido
Letras&Baquetas
Letras sem Fundo
Leves e Ausentes
Leya BIS
Livreo
Livros de Bia
Livros e Leituras
Livros e Marcadores
Livros, o Meu Vício
Livros no Tempo
Livros para Devorar
Livros que Inspiram
Lost in Chick-Lit
Lucie’s… Corner on the Moon
Magical Pieces…
Mais Alguém no Mundo
Mais Passatempos
Manta de Histórias
Marcador de Livros
Maria Pudim
Max Costinha
Mesmo Grátis
Mil Estrelas no Colo
Minha Essência
Mira 46
Momentâneos
Morrigan
Moura Aveirense
Muito para Ler
Mundo da Inca
Mundo de Prata
My Imaginarium
My Life
Na Companhia dos Livros
Na Esquina do Tempo
Na Palma da Mão
Nataxxa and Geninha’s Blog
Novas Perspectivas Insulares
O Baú da Erminda
O Meu Momento Zen
O Meu Mundo
O Meu Mundo Miga
O Mundo Encantado dos Livros
O Prazer da Leitura
O Prazer de Ler
Os Devaneios da Jojó
Os Livros da Maria
Os Livros Não Têm Segredos
Os Meus Livros
O Sótão da Mimi
O Tempo entre os Meus Livros
Ouvi Dizer
O Vento Debaixo das Minhas Asas
Palavras Impressas
Palavras Partilhadas
Palavras Soltas
Passatempos Online
Pedacinho Literário
Pereira’s Book’s
Photos e Afins
Pintar com Quantas Cores o Vento Tem
Pipocas Gourmet
Planeta Márcia
Poemas, Rimas & Prosas
Pontos e Pensamentos
Porta-Livros
Porto das Pipas
Portugal Creative
Postais de Anis
Prazer dos Passatempos
Princesa Nilo
Princezices
PTPassatempos
Quadrícula
Queria de Ti
Read to Grow Europe
Refém das Letras
Refúgio do Leitor
Refúgio dos Livros
Romance n’Alma
Romances in Pink
Sapo Livros
Segredo dos Livros
Segredos Escondidos
Silêncios que Falam
SimpleSamples
Sociedade Aberta
Sofia e os Livros
Sol a Cada Dia
Sonhos de uma Rapariga
Sombra dos Livros
Tantos Livros Tão Pouco Tempo
Tempo de Mim
Tertúlias à Lareira
The Fanatic Reader
Tocas e Baldocas
Toque Suave
Totó da Cabeça
Tralhas Grátis
Tuga Passatempos
Uma Biblioteca Aberta
Um Livro e um Café
Um Ponto Azul
Vaidades
Viajar pela Literatura
Vidas Desfolhadas

blogs SAPO
subscrever feeds