Terça-feira, 28.04.15

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LIVRO DO ANO

Publishers Weekly

 

Nas cidades e aldeias afegãs, há raparigas que se movimentam livremente e sem medo de represálias. Num país onde a mulher não tem valor nem privilégios, há meninas que vão à escola e brincam na rua. Elas existem mas ninguém sabe quem são. Porquê? Porque estão disfarçadas de rapazes. São as suas próprias famílias a fazê-lo ao abrigo de uma tradição secreta ancestral chamada bacha posh.

No Afeganistão, a mulher nasce como ser inferior e morre com o mesmo estatuto. Para uma família, não ter filhos varões é uma tragédia. De forma a contornar este estigma, muitos vestem e apresentam ao mundo as suas filhas como se fossem rapazes. Mas este estado de graça só dura até à puberdade, altura em que são obrigadas a assumir a sua identidade feminina e a liberdade tem um fim abrupto. Para as meninas que tiveram um vislumbre de autonomia, o choque é dilacerante e os seus efeitos são frequentemente devastadores.

A jornalista premiada Jenny Nordberg deparou-se com este costume e ficou fascinada. Pouco a pouco, conseguiu reunir um grupo de mulheres corajosas. Entre elas, está Shukria, casada e que viveu vinte anos como rapaz; Zahra, pré-adolescente que não quer regressar à infernal condição feminina; Nader, que já é adulta e desempenha ainda o seu papel de homem; e Mehran, filha de uma arrojada deputada do Parlamento afegão.

As suas histórias são fascinantes e dão-nos uma perspetiva totalmente nova sobre o que significa ser mulher e os sacrifícios a que obriga ainda nos dias de hoje.

 

“Um livro fascinante que mostra a uma nova luz o que significa ser do sexo feminino no país considerado oficialmente como o pior do mundo para se ser mulher.”

Observer



publicado por Rita Mello às 08:38 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Terça-feira, 30.09.14

 

No dia em que o meu pai morreu, julguei sentir a pior dor do mundo... julguei que nunca mais voltaria a sentir uma dor assim. Mais tarde, aprenderia que a dor, como o verde das folhas da floresta, tem muitos matizes.

 

No orfanato onde foi abandonada, Michaela perdeu o direito a usar o seu nome. Passou a ser o Número 27, era apenas mais uma entre muitas crianças desprotegidas.

A sua vida nem sempre foi assim. Michaela nasceu na Serra Leoa. Era a filha única de um casal que tinha a coragem de contrariar a tradição. Fizeram-no ao casar por amor e, mais tarde, ao adorarem sem reservas a sua filha, algo inédito numa cultura que despreza as mulheres. Embora fossem alvo de chacota, os seus pais insistiam para que frequentasse a escola e sonhavam em dar-lhe uma vida melhor.

Mas a guerra não lhes deu tréguas. Arrasou aldeias, ceifou vidas, destruiu sonhos. O pai de Michaela foi assassinado por guerrilheiros e, pouco depois, a mãe sucumbiu à doença. Michaela ficou sozinha no mundo.

O carinho não tinha lugar no orfanato miserável para onde foi atirada. Mas, um dia, Michaela viu algo que lhe permitiu sonhar pela primeira vez em muito tempo: a fotografia de uma bailarina clássica. Pouco depois, uma família americana adotou-a e não se poupou a esforços para realizar o seu sonho. Michaela deixou a sua África natal rumo aos Estados Unidos e a uma vida repleta de amor e estabilidade. Hoje em dia, é uma das mais promissoras estrelas do exigente ballet nova-iorquino.

 

Uma história sobre o poder da bondade e da coragem. Uma lição de vida inesquecível.



publicado por Rita Mello às 09:47 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 09.07.14

 


Neste livro intenso e escrito de uma forma brilhante, baseado em três anos de reportagem, é dada vida a uma era desconcertante de mudança e desigualdade global.
Annawadi é um bairro de lata clandestino à sombra de hotéis de luxo perto do aeroporto de Bombaim.
Quando a Índia começa a prosperar, os seus habitantes enchem-se de esperança. Abdul, vê «uma fortuna» no lixo que as pessoas mais ricas deitam fora. Asha, uma mulher inteligente e marcada por uma infância de pobreza, identificou o caminho para a classe média: a corrupção política. Com alguma sorte, a sua filha tornar-se-á a primeira rapariga com um curso superior no bairro. E até os mais pobres acreditam que estão a aproximar-se das boas vidas e dos bons tempos.
Com inteligência, humor e um profundo conhecimento do que liga os seres humanos uns aos outros numa era de mudança, este livro lança o leitor para um dos mundos escondidos do século xxi e para a vida de pessoas impossíveis de esquecer.



publicado por Rita Mello às 16:19 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 20.05.14

 

 

Em 1955, Grace Kelly tinha a América a seus pés. Já ganhara um Óscar, era a atriz preferida do grande mestre Hitchcock e uma estrela de Hollywood. Na Europa, o príncipe Rainier, soberano do Principado do Mónaco, era o solteirão mais cobiçado. Conheceram-se rodeados por uma comitiva e expostos aos flashes das câmaras fotográficas. Pouco sabiam um sobre o outro.

O que se seguiu foi um dos romances mais badalados do século XX e um casamento que emocionou o mundo. O nascimento dos filhos - os príncipes Alberto, Carolina e Stéphanie – teve um impacto mediático sem precedentes. O Mónaco transformou-se no destino de sonho de milhões de pessoas. Foram tempos mágicos, nos quais tudo parecia possível. Mas o conto de fadas teria um fim abrupto. No fatídico dia 13 de setembro de 1982, Grace saiu de casa ao volante de um Rover e sofreu um acidente fatal. Nas colinas de Monte Carlo, morreu uma estrela e nasceu uma lenda.

 

Numa iniciativa inédita, o príncipe Rainier e os filhos – o príncipe Alberto e as princesas Carolina e Stéphanie – colaboraram na escrita desta biografia. A história de amor entre Rainier e Grace; os anos rebeldes de Carolina e a morte trágica do seu marido, Stefano Casiraghi; o peso da responsabilidade do príncipe Alberto enquanto futuro monarca e a solidão de Stephanie após o acidente que vitimou a mãe, todos os momentos marcantes da Casa Grimaldi são pela primeira vez revelados pela família. Esta é a sua fascinante história.



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Segunda-feira, 21.04.14

 

 

Mato-te a ti e à tua família!

 

Foi a frase que Elizabeth Smart ouviu ao acordar no seu quarto, com a lâmina de uma faca encostada ao pescoço, na madrugada do dia 5 de junho de 2002. A irmã dormia calmamente a seu lado.

Elizabeth tinha catorze anos. A sua vida mudou para sempre naquele momento. Sequestrada por um religioso fanático, foi levada para um acampamento nas montanhas do Utah, onde o seu raptor celebrou um falso casamento, violando-a em seguida. O calvário de Elizabeth durou nove agoniantes meses, durante os quais foi drogada, acorrentada e violada vezes sem conta por Brian David Mitchell, com a ajuda da mulher, Wanda Barzee.

 

O rapto de Elizabeth chocou toda uma nação. Num testemunho apaixonante e inspirador, ela descreve a sua rotina de isolamento e violência e o milagroso momento em que foi salva. Acima de tudo, fala-nos da inabalável fé que permitiu o seu regresso a casa, a recuperação, e a determinação em ajudar pessoas que sofrem situações semelhantes. É hoje um símbolo de resistência e esperança.

 

Brian David Mitchell encontra-se a cumprir uma pena de prisão perpétua.

Wanda Barzee foi condenada a quinze anos de prisão pelo rapto, e a mais quinze pela tentativa de rapto da prima de Elizabeth.



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Quinta-feira, 04.07.13

 

 

Agora numa adaptação ao cinema.


Ao escrever este livro posso finalmente dizer: Sou livre.

 

Um dos raptos mais longos da história.

Um relato arrepiante e corajoso.

Uma história de triunfo do espírito humano.

 

Sê mais forte.

Não desistas.

Nunca, nunca desistas.


Estas são as palavras que Natascha escreveu, sozinha na cave em que esteve aprisionada durante mais de oito anos. São a prova do seu espírito inquebrável, da coragem que a manteve viva mesmo quando o seu corpo ameaçava sucumbir.

 

Natascha Kampusch tinha dez anos quando desapareceu no dia 2 de março de 1998. O dia em que celebrava uma pequena conquista: convencera a mãe a deixá-la ir sozinha para a escola. Queria ser mais independente, conquistar a liberdade possível a uma criança. Aguardava-a a mais sinistra das ironias…

Ao volante de uma carrinha branca, Wolfgang Priklopil escolheu-a como vítima. Algumas horas e quilómetros depois, estava deitada no chão frio de uma cave, enrolada num cobertor. Quando emergiu do cativeiro em 2006, tendo sofrido um dos mais longos raptos da história recente, a sua infância tinha terminado há muito.

 

Em 3096 Dias, Natascha conta a sua incrível história pela primeira vez: o que realmente aconteceu naquela manhã fatídica, a sua longa prisão numa masmorra de cinco metros quadrados e os abusos físicos e mentais sofridos às mãos do seu raptor, Wolfgang Priklopil, que se suicidou no dia em que Natascha conseguiu finalmente fugir.



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Terça-feira, 02.07.13

 

 

A incrível vida da menina criada por macacos.

 

Marina foi raptada de sua casa e abandonada na floresta colombiana.

Ficou à mercê da vida selvagem.

Tinha apenas quatro anos.

Esta é a sua incrível história.

 

Entregue a si própria, Marina vagueou durante dias a chorar pela mãe. Como conseguiu uma criança de tenra idade sobreviver em condições tão hostis? A resposta desafia todas as nossas convicções: Marina foi “adotada” por uma família de macacos. Nos anos que se seguiram, eles seriam os seus guardiões. Com eles aprendeu a buscar alimentos, a proteger-se dos predadores e a viver em comunidade.

Quando foi encontrada, cinco anos depois, o seu estado era completamente selvagem. Arrancada à floresta por caçadores, foi vendida a um bordel onde sofreria maus-tratos diários até ter a coragem de fugir. Encontrou refúgio nos meandros da selva urbana e no seio de um gangue de meninos da rua.

Mas a infância de Marina não tinha ainda terminado. De alguma forma, acabara de começar.

 

Um livro de memórias único e uma lição de vida inesquecível.

A forma carinhosa como Marina foi acolhida pela família de macacos quando os seus semelhantes a trataram com tão imperdoável crueldade mostra-nos o quanto temos a aprender com os animais e é a derradeira prova da força do espírito humano.



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Quinta-feira, 16.05.13

 



Porque o amor pode derrubar todas as barreiras.


"Porque não ficam comigo esta noite, na minha caverna?", perguntou Mohammad.


A neozelandesa Marguerite não podia então imaginar como estas palavras iam mudar a sua vida. Ela viajava pelo Médio Oriente com uma amiga quando conheceu o carismático Mohammad, na Jordânia. A paixão que sentiram um pelo outro foi imediata. Por amor, Marguerite trocou a abundância do seu país pela aridez do deserto. Corajosamente e de uma forma simples e tocante, ela relata o seu dia a dia a partir do momento em que casou com o jovem beduíno e deu à luz os seus três filhos. Assistimos à sua adaptação a um modo de vida totalmente novo, que vai desde habitar numa caverna, sem eletricidade ou água canalizada, a ter de ir de burro buscar água, lavar a roupa no rio, fazer pão e aprender a língua e os costumes de um povo primitivo. Assistimos ao choque cultural, linguístico e religioso, mas também à sua adaptação, por amor e grande entrega, a um povo que – embora primitivo e supersticioso – a recebeu e integrou como sendo uma deles.



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Quinta-feira, 11.04.13

 


”Nasci num harém em Fez, Marrocos…” assim começa a história de uma infância passada por detrás dos muros proibidos de um harém.

Com uma voz carregada de emoção e um exotismo comparável ao das “Mil e Uma Noites”, Fatima narra as suas memórias e os sonhos e fantasias das mulheres que a viram crescer. Mulheres a quem o mundo exterior era interdito e que usavam o puro poder da imaginação para o recriar. Por entre o inebriante aroma a incenso e a suavidade dos véus multicores, ela viveu uma infância exuberante e mágica, mas também isolada e com pouco ou nenhum contacto com a realidade.
A sua timidez e docilidade eram uma fonte de preocupação para a sua mãe, uma mulher rebelde e inspiradora, que a instigava a sonhar mais alto e a ousar transpor os muros proibidos para ver o mundo com os seus próprios olhos.
E Fatima ganhou asas e voou. Esta é a sua inesquecível jornada de descoberta e crescimento face aos mistérios do mundo e da feminilidade. Uma história pessoal que contém em si a universalidade do que significa ser mulher.
Ao cruzar memória e fantasia, Fatima Mernissi lança uma luz sem precedentes sobre as vidas das mulheres muçulmanas.



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Segunda-feira, 11.02.13

 


E se Christian Grey existisse mesmo?

 

UMA HISTÓRIA REAL

 

Em primeiro lugar, quero que saibam que não sou uma depravada. Bem, pelo menos não mais do que qualquer outra pessoa. Quem viesse a minha casa ficaria mais espantado com as pilhas de louça por lavar do que com a minha masmorra. O custo de vida na cidade é demasiado elevado e, dado o meu orçamento, uma masmorra não é mesmo uma opção.

 

Sophie Morgan é uma jovem jornalista de sucesso.

Divertida, inteligente, atraente e generosa, ela podia ser uma das suas amigas. A sua vida é absolutamente banal… com excepção de um “pormenor”: na cama, ela gosta de se entregar a um homem dominador. Sophie é uma submissa. E é também suficientemente ousada para revelar a sua arrojada vida íntima: das primeiras experiências eróticas à recém-descoberta sexualidade, na qual James, um “Christian Grey” da vida real, teve um papel fundamental. É só quando o conhece que ultrapassa verdadeiramente os seus limites. À medida que a paixão entre ambos se intensifica, a questão que coloca a si própria é: até onde será capaz de ir?

Poderá o homem perfeito ser também perfeitamente cruel?

 

Na senda de 50 Sombras de Grey, este ousado relato pessoal desvenda os segredos e desconstrói os mitos do que realmente significa ser submissa.

Arrojado, controverso e sensual, este Diário está recheado de uma honestidade tão surpreendente que ninguém – homem ou mulher – será capaz de o pousar. E quando terminar, o leitor vai perceber por que razão “Sophie” é um pseudónimo.



publicado por Rita Mello às 14:59 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 29.10.12

 

 

Vendidas pelo próprio pai, Zana e Nadia comoveram o mundo

 

Mil e trezentas libras. Foi este o preço pelo qual Muthana Muhsen vendeu as filhas, Zana, de quinze anos, e Nadia, de catorze.

 

Filhas de pai iemenita e mãe britânica, Zana e Nadia nasceram em Inglaterra, onde viveram até ao dia em que o pai lhes propôs uma visita ao Iémen. As irmãs acreditaram estar perante umas férias de sonho: iam conhecer a família paterna e o país sobre o qual ouviam histórias desde meninas.

O que se seguiu foi um pesadelo. No Iémen, foram separadas e casadas à força com desconhecidos. A viver em condições sub-humanas numa cultura à qual eram alheias, transformaram-se no alvo preferido dos aldeões. Após oito anos de agonia, Zana fugiu. Mas o preço que pagou pela sua liberdade foi tremendo: teve de abandonar o seu filho, Marcus. Nadia não conseguiu. Por amor aos filhos, ficou e resignou-se à escravidão.

Zana e a mãe, Miriam, fizeram então uma promessa: trazer Nadia e os filhos de ambas para Inglaterra. Acreditavam que os homens da sua família e os governos dos dois países tomariam uma atitude. Estavam enganadas. Para ambas, começava mais um longo calvário. Perante a indiferença da comunidade internacional, Nadia continua cativa no Iémen. Zana e Miriam não desistem da sua luta. Escravas é um pedido de ajuda. Um grito de revolta. Um documento fundamental sobre uma das práticas mais aberrantes do mundo contemporâneo.

 

Este volume reúne os livros:

VENDIDAS

SEM PIEDADE

UMA PROMESSA A NADIA



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Quarta-feira, 25.07.12

 

 

A verdade é que acolher um cão novo nos faz sentir saudades daquele que tínhamos antes. O meu coração ainda sofria pela perda do Buddy, que morrera há pouco, com 16 anos. Todos nos incentivavam a arranjar um novo cão mas eu pensava não estar ainda preparada. Mas foi então que a cadelinha Scout se juntou à nossa família. E foi ao vê-la brincar na neve que soube que tinha passado no meu teste: o meu coração estava de novo completamente rendido.

 

Jill Abramson, diretora editorial do jornal The New York Times, viu a sua vida mudar drasticamente com a morte do seu cão, Buddy, seguida de um dramático acidente e uma depressão. Mas o marido, os filhos e os amigos sabiam algo que ela teimava em negar: o seu amor pelos animais seria a forma mais rápida e feliz de ultrapassar aquela fase negra da sua vida. E não podiam estar mais certos. Neste terno e comovente relato, Jill partilha os momentos mais intensos e reveladores dessa relação que lhe permitiu voltar a ter fé no futuro e alegria de viver.



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Terça-feira, 03.07.12

 

 

Um fio invisível une todos aqueles que estão destinados a encontrar-se.

Pode esticar-se ou emaranhar-se.

Mas nunca se partirá.

 

“Desculpe, senhora, tem uma moeda que me possa dar?”

Quando o ouvi, as palavras foram apenas barulho e passei por ele como se ele não existisse. Mas, alguns passos mais à frente, parei. E então… e ainda hoje não sei muito bem porque o fiz… voltei para trás. Voltei para trás e olhei para ele, e apercebi-me de que era apenas um rapazinho.

 

E foi nesse momento que a vida de Laura mudou para sempre.

Com uma carreira de sucesso no USA Today – o maior jornal americano – ela era uma mulher privilegiada mas solitária. O seu passado encerrava segredos dolorosos que a impediam de se sentir realizada e feliz. Quando viu Maurice pela primeira vez, Laura não poderia imaginar quão importante viria a ser na vida daquele menino. Maurice tinha apenas seis anos mas a sua história era já devastadora. Com o corpo e o espírito marcados por anos de abandono e fome, o único mundo que conhecia era o da violência e do caos. Com a sua tenra idade ele já sabia o suficiente para temer pela própria vida. Não rezava, não sabia como, mas pensava: Por favor, não me deixem morrer. E de certo modo, esta era a sua pequena oração.

 

Contra todas as expectativas, Laura seria a resposta à sua prece. Com pequenos gestos de bondade, ela permitiu-lhe ter fé no futuro pela primeira vez. E Maurice retribuiu, ajudando-a a descobrir-se a si própria e à sua capacidade de amar. A amizade entre ambos transformou e enriqueceu as suas vidas. Laura e Maurice são até hoje a prova de que tudo é possível quando abrimos o coração aos outros.



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Segunda-feira, 21.05.12

 

 

A história que surpreendeu a América

 

Odaliscas, véus sensuais, aromas inebriantes e histórias das mil e uma noites… a simples ideia de um harém desperta as mais exuberantes fantasias e lembra mundos exóticos e antigos.

Com apenas 18 anos, Jillian Lauren descobriu que o nosso imaginário ocidental não podia estar mais errado.

Jillian acabara de desistir da universidade para apostar numa carreira de atriz em Nova Iorque. A sua determinação era imensa mas o dinheiro limitado. Por isso, quando lhe disseram que um milionário de Singapura pagava a jovens americanas vinte mil dólares por apenas duas semanas a animar as suas festas, Jillian achou a proposta irrecusável. E foi assim que a filha de um casal de classe média de New Jersey deu por si no extravagante palácio do príncipe Jefri. Irmão do sultão do Brunei, um sultanato conhecido pela sua imensa riqueza, o príncipe reunia cerca de quarenta mulheres oriundas de todo o mundo num harém de alta segurança. As mulheres eram encorajadas a lutar pelos favores do príncipe e vigiadas vinte e quatro horas por dia. Embora tivessem acesso a roupa de alta-costura e vissem satisfeitos os seus maiores caprichos, na verdade, não passavam de prisioneiras de luxo. E duas semanas rapidamente se transformaram em quase dois anos.     

Desafiando as regras de segurança, Jillian usou o seu computador para descrever o dia a dia naquele mundo secreto e aquilo que agora nos conta ultrapassa as nossas mais delirantes fantasias.



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Segunda-feira, 02.04.12

 

 

“Sobrevivi.

Esta é a minha história.”

 

18 anos. Um dos raptos mais longos da história.

“No verão de 1991, eu era uma criança normal. Num segundo, tudo mudou.

Durante 18 anos fui prisioneira.

Fui mãe. Fui escrava.”

 

No verão de 1991 eu era uma criança normal. Tinha amigos e uma mãe que me adorava. Eu era como vocês. Até ao dia em que a minha vida foi roubada.

Durante dezoito anos fui uma prisioneira.

Durante dezoito anos não fui autorizada a proferir o meu próprio nome.

Durante dezoito anos sobrevivi a uma situação impossível.

No dia 26 de agosto de 2009 recuperei o meu nome.

Não me considero uma vítima. Sobrevivi.

Esta é a minha história.

 

A 10 de junho de 1991, Jaycee foi raptada perto de casa, a caminho da escola. Tinha 11 anos. Os seus familiares e amigos só voltariam a vê-la 18 anos depois. Durante o seu cativeiro, deu à luz duas filhas e foi escrava dos seus raptores, o casal Phillip e Nancy Garrido. 

Neste duro e chocante relato, Jaycee revela tudo por que passou e o que sentiu após a sua libertação de um dos raptos mais longos da história.

Phillip Garrido foi condenado a 431 anos de prisão, e a sua mulher, Nancy, recebeu uma sentença de 36 anos a prisão perpétua.



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Quarta-feira, 22.02.12

 

 

Certo dia algumas crianças não foram às aulas. Foi assim que começou. E no dia seguinte desapareceu mais alguém. A pouco e pouco, as turmas iam ficando vazias. Mudávamos de lugar para ficarmos mais perto uns dos outros. Ninguém se atrevia a fazer perguntas. Eles deixavam de ir à escola e nós não queríamos, ou melhor, não nos atrevíamos a saber porquê.

 

Anne Frank e os seus colegas de escola eram crianças inocentes, inteligentes e cheias de fé no futuro. Estudavam no liceu judeu de Amesterdão, o local que os nazis escolheram para segregar as crianças judias do resto da população. Para o povo judeu, cada dia representava um desafio; para as suas crianças, apenas a escola mantinha a ilusão de uma normalidade que cada cadeira vazia vinha contrariar.

Anne Frank, cujo diário viria a ser um dos mais importantes documentos sobre o Holocausto, não poderia então imaginar o quão tristemente célebre viria a ser. Para que a memória do mundo nunca a esqueça, seis dos seus colegas de escola juntaram-se e partilharam as suas comoventes memórias. De Albert Gomes de Mesquita, que se escondeu em dez cidades diferentes da Europa, a Hannah Goslar, que sentiu o terror dos campos de concentração mas teve um milagroso reencontro com Anne Frank poucos dias antes da sua morte, estes são relatos de inocência perdida mas também de extraordinária coragem e sobrevivência durante o Holocausto.



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Segunda-feira, 16.01.12

 


Sou princesa numa terra onde os reis ainda governam.

Nasci livre, mas hoje estou presa por grilhões.

 

Sultana é o pseudónimo de uma corajosa princesa da Arábia Saudita. Ela é uma das dez filhas da família real mas a sua vida, rodeada de luxo e riquezas inimagináveis, está longe de ser um conto de fadas. No seu país, as mulheres – qualquer que seja o seu estrato social – estão sujeitas à tirania ditada por um fanatismo religioso que promove a poligamia, dá ao homem o poder de castigar cruelmente qualquer mulher e incentiva os casamentos forçados, as mutilações e a violência sexual, as execuções por apedrejamento ou afogamento.

Quando aceitou contar a sua história à jornalista e escritora Jean Sasson, Sultana sabia que estava a pôr em risco a própria vida. Foi conscientemente que abdicou da sua segurança pessoal para denunciar o brutal quotidiano das mulheres sauditas. A sua voz dá-nos a conhecer um mundo no qual a sumptuosidade e a extravagância coexistem com a violência e a barbárie. A princesa partilha connosco a sua intimidade e a das mulheres que a rodeiam: as suas filhas, primas, amigas… mas, na sua franqueza e coragem, ela fala por todas as mulheres.

 

Este volume reúne os livros:

SULTANA – A VIDA DE UMA PRINCESA ÁRABE

AS FILHAS DA PRINCESA SULTANA

DESERTO REAL



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Segunda-feira, 26.09.11

O caso que abalou a justiça americana

 

Para defender a irmã, matou o pai, que a violava desde menina.

Foi condenada a prisão perpétua.

Mas este seria apenas o início do resto da sua vida

 

A 4 de julho de 1990, Stacey Lannert, de dezoito anos, matou o pai. Ele abusava sexualmente dela desde os oito anos. Até então, Stacey sofrera em silêncio. Tudo mudou nessa noite, quando percebeu que a sua adorada irmã mais nova acabara de ser vítima do mesmo crime.

Sem qualquer compaixão, o tribunal condenou-a a prisão perpétua.

Stacey sente-se agora suficientemente forte para contar a história da sua infância arrepiante, durante a qual manteve a sanidade mental graças ao amor e ao instinto protetor que sentia pela irmã. Num tom comovente e digno, relata-nos também o que aconteceu quando deu entrada na prisão, esse momento de violência brutal que, inesperadamente, a fortaleceu e fez dela uma pessoa melhor. Decidida a não se vitimizar, Stacey encontrou em si mesma a força necessária para crescer e descobriu a importância e o poder curativo do amor.

Quase dezanove anos depois, a 10 de janeiro de 2009, o governador do Missouri fez finalmente justiça.

Passados seis dias, ela era uma mulher livre.

 

Condenada é a história de como Stacey aprendeu a crescer e a conquistar a liberdade atrás das grades. É uma história de autodescoberta passada no universo paralelo de uma prisão de máxima segurança. E é, acima de tudo, um hino ao amor, à coragem e à justiça.



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Terça-feira, 20.09.11

 

 

Eu, Nadia, morri com oito anos.

Renasci como Zelmai.

Um rapaz entre os talibãs.

 

Nadia tinha apenas oito anos quando a sua infância terminou. Uma bomba destruiu-lhe a casa e o corpo. Passa longos meses em coma, a sua ténue vida alimentada apenas pela fé da sua mãe. Mas o milagre acontece. Ainda que desfigurada, sobrevive. Mas a sua família – feliz antes da guerra – está na miséria, e o seu adorado irmão, Zelmai, foi assassinado, deixando o pai à beira da loucura. Sozinha, a menina decide que tudo fará para salvar a família. Mas as mulheres afegãs não têm sequer o direito de trabalhar. Para evitar a fome, ela terá de renunciar à sua condição feminina. Adota a identidade do irmão e trabalha sem descanso. Aos olhos de todos, é um bom muçulmano. O que não ninguém sabe é que debaixo da sua roupa não se encontra um homem mas sim uma mulher que estremece de terror sempre que um talibã se aproxima. Mas nem isso a impedirá de, entre muitos outros empregos, cozinhar para eles. Ou apaixonar-se perdidamente…

 

Um relato absolutamente inesquecível, vencedor do Prémio Prudenci Bertrana 2010.



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Quarta-feira, 20.07.11

 

 

O padre Amorth é o mais famoso exorcista do mundo. Entrevistado pela imprensa internacional católica e laica, convidado para dezenas de programas televisivos, são-lhe dedicadas milhares de páginas na Internet. A verdade é que, mesmo nos dias de hoje, inúmeras pessoas desesperadas procuram exorcistas para se libertarem de males tão inexplicáveis que nem consultas médicas ou sessões psiquiátricas conseguem debelar. A luta do padre Gabriele Amorth é incansável e coloca-o cara a cara com o Diabo todos os dias.

Nesta obra, ele revela-nos incríveis exemplos destas possessões que testemunham o poder de Satanás, como a mulher que vomitava vidro e pregos ou o rapaz a quem a água benta queimava. “O Diabo tenta todo o mundo”, afirma o padre Amorth, “até mesmo o Vaticano.”



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Terça-feira, 31.05.11

 

 

“Esta é a minha vida e não vou desistir de a viver.”

 

As raparigas na escola são diferentes de nós. Têm uma pele reluzente, braços rechonchudos e cheiram a sabonete Lux. Eu moro no Instituto para os Protegidos, onde sou acordada por uma campainha e tenho de lutar por um pedaço de comida. Mas esta é a minha vida e não vou desistir de a viver.

 

Nascida na cidade de Cartum, no meio do deserto, Leila compreende desde cedo que não faz parte da sociedade sudanesa. Na escola, ela e a sua melhor amiga, Amal, são apelidadas de “filhas do pecado”. O mais próximo que tem de um lar é um orfanato severo, onde partilha a sua solidão com outras crianças abandonadas. A sua irmã mais velha, Zulima, está casada com um homem muito mais velho, o que é por todos considerado uma sorte, uma vez que uma rapariga abandonada raramente consegue quebrar o ciclo de miséria. Quando fazem dez anos, Leila e Amal não têm direito a celebrar, são, sim, submetidas à mutilação genital.

Apesar de ser vítima de preconceito e considerada maldita pela sociedade, Leila é corajosa e consegue completar os estudos. Acaba por se casar, ter quatro filhos e divorciar-se, mas mesmo já adulta continua a viver o estigma do abandono. Na sua luta diária, continua a procurar a resposta para a pergunta: “Quem sou eu?”

 

Esta obra maravilhosamente escrita dá vida às cores e à sensualidade do deserto do Norte de África e conta como a verdadeira amizade pode nascer em condições tão adversas.



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Sexta-feira, 20.05.11

 

 

“Foram vários os motivos que nos levaram a escrever e publicar este livro. Foi uma decisão difícil. Antes de nos resolvermos a contar a nossa história, eu e o meu marido, Gerry, tivemos de ponderar muito cuidadosamente várias questões e entre elas, com um peso especial, o impacto que poderia ter nas vidas dos nossos três filhos. A minha razão para escrever o livro é simples: contar a verdade.

Todo o dinheiro que ganharmos com as suas vendas será gasto a procurar a Madeleine. Nada é mais importante do que encontrar a nossa menina.”

Kate McCann

 

“Acreditamos que este livro possa vir a ajudar a investigação. Pode ser que leve alguém que possua informação importante (consciente ou inconscientemente) a partilhá-la com a nossa equipa. Alguém tem em seu poder a peça-chave do puzzle.”

Gerry McCann

 

www.procuremadeleine.com.pt

 

Kate e Gerry McCann criaram o Fundo de Madeleine – “não deixar nenhuma pedra por revirar" – com o objectivo de continuarem a procurar Madeleine, raptada na Praia da Luz, em Portugal, quinta-feira, 3 de Maio de 2007. Como já não há actualmente nenhuma agência policial oficial no mundo a procurá-la activamente, este fundo permite a uma pequena equipa, composta por elementos bastante empenhados e experientes, continuar a investigar o seu desaparecimento. A sua acção abrange não só o Reino Unido e Portugal mas o mundo inteiro. São também desenvolvidas campanhas de consciencialização em diversos países, de forma a alertar as populações para o facto de Madeleine se encontrar ainda desaparecida, encorajando a sua atenção e vigilância. Não há nenhuma prova que sugira que Madeleine foi maltratada, sendo por isso vital continuar a procurá-la, bem como a quem a raptou. Por esta razão, todos os direitos de autor provenientes da venda deste livro reverterão para o Fundo de Madeleine.

 

Os directores do Fundo de Madeleine – “não deixar nenhuma pedra por revirar" – uma organização não-caritativa sem fins lucrativos, são: Peter Hubner, Brian Kennedy, Michael Linnett, Edward Smethurst, Jon Corner, Kate McCann e Gerry McCann. Mal Madeleine seja encontrada, o fundo será usado para ajudar na busca de outras crianças desaparecidas em todo o mundo.



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Segunda-feira, 28.03.11

 

 

Atrevi-me a viver a minha vida…

Dos meus pais, recebi uma sentença de morte!

 

Sofia Hayat é bela e talentosa. A sua carreira de modelo e actriz é um sucesso: participou já em longas-metragens, programas televisivos, anúncios e campanhas publicitárias. Dificilmente alguém poderia imaginar o pesadelo que viveu até chegar onde chegou. E é precisamente o que está para lá desta vida glamorosa que faz da sua história um exemplo comovente de triunfo e coragem. Nascida em Inglaterra, no seio de uma família muçulmana tradicional, Sofia foi forçada a viver de acordo com regras de um rigor absoluto: o pai proibia-a de fazer amigos e, se se atrevesse a falar com rapazes, era violentamente castigada. Carente e solitária, viu a sua vida mudar quando foi para a universidade. Aí experimentou pela primeira vez as liberdades que a maior parte das jovens ocidentais tomam como garantidas. Na sua nova vida podia ir a festas e divertir-se. Mas a recém-descoberta alegria durou pouco: das ameaças de morte, os pais passaram ao rapto. A reputação da família estava irremediavelmente manchada. A única solução honrosa era a morte.

 

Desonrada é o relato inspirador da sua luta. Sofia não abdicou dos seus sonhos nem tão-pouco esqueceu aquilo por que passou para conquistar a liberdade. Actualmente, dedica o seu tempo livre a ajudar jovens mulheres muçulmanas que se encontram em situações semelhantes às que viveu. A sua história é uma inspiração para raparigas de todo o mundo.

 

A tremer de medo, saltei da cama e passei à acção. Uns meses antes, tinha enfrentado a morte naquela cozinha e sabia bem que estava perto de a enfrentar uma vez mais. Quanto mais pensava, mais acreditava que a possibilidade de um crime de honra era bastante plausível. Para os meus pais, não lhes restava outra opção. Queriam pôr um fim ao seu tormento. Aquela era a solução.



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Quarta-feira, 23.02.11

 

Até no dia em que nasci esperavam que morresse.

Afinal eu era “apenas uma rapariga”…

 

Minhas queridas filhas,

 

Hoje vou tratar de assuntos políticos em Faizabad e Darwaz.

Espero regressar a casa em breve, mas tenho de vos avisar de que isso pode não acontecer. Ameaçaram matar-me nesta viagem.

Quero que saibam que tudo o que faço é para que vocês sejam livres de viver as vossas vidas e de sonhar os vossos sonhos. Se me matarem e não voltar a ver-vos, quero que se lembrem disto.

Sejam corajosas. Não tenham medo de nada na vida.

Hoje pode ser o dia da minha morte. Se isso acontecer, por favor, pensem que servi um propósito. Sintam sempre orgulho em tentar ajudar as pessoas e fazer do nosso país e do nosso mundo um lugar melhor.

Um beijo para as duas.

Amo-vos.

A vossa mãe

 

 

Mulher, mãe, deputada e candidata às eleições presidenciais do Afeganistão, Fawzia viu o pai e o marido morrerem lutando por um país melhor. Essa luta é também a sua. Mas, tal como eles, ela é um alvo a abater. Cada uma das cartas que escreve às suas filhas nasce do receio de não as voltar a ver mas também da esperança num futuro melhor.

Às Minhas Filhas, com Amor… é uma herança feita de palavras e actos de coragem que é um retrato de uma mulher a todos os níveis admirável.

 



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Segunda-feira, 06.12.10

 

Numa das regiões mais miseráveis da Índia, alastra o rumor: uma mulher ergueu-se, sozinha, contra a lei do mais forte. Chama-se Sampat Pal, e luta em prol das mulheres maltratadas, dos pobres espoliados dos seus bens, de todos aqueles a quem a esperança abandonou.

Como é que uma criança, oriunda de uma família modesta, se tornou numa destemida justiceira? Sampat era apenas uma menina quando decidiu ir contra todas as convenções e aprender a ler. Sozinha, escondida na escola que não podia frequentar, não desistiu até conseguir. Contra a sua vontade, casou com doze anos. Mas a sua personalidade destemida levou-a a lutar contra as injustiças de que era vítima às mãos da família do marido. Mais tarde defendeu um vizinho, depois, a amiga de uma amiga...

Mas, na Índia, uma mulher não pode desafiar o poder. Ameaçada por assassinos profissionais, contratados para a matar, teve de abandonar tudo, a casa, os amigos, a aldeia. Levou consigo o que nunca poderia deixar para trás: os filhos. Contudo, sabia que, sozinha, não conseguiria resistir por muito tempo. Mas, se conseguisse que outras mulheres se juntassem a ela, então, talvez a sua luta contra uma sociedade corrupta e violenta fosse possível. E foi o que fez. Até agora, reuniu três mil mulheres.

Esta é a história de uma verdadeira heroína. Sampat Pal conseguiu mudar a vida de centenas de pessoas, e o seu combate está apenas a começar…



publicado por Rita Mello às 17:39 | link do post | comentar | favorito

 

 

“Lê-se num ápice, mas o exemplo ético perdura na memória.”

Jornal de Notícias

 

Sampat Pal é uma lenda viva.”

El País

 

Sampat Pal é a derradeira esperança dos despojados.”

Le Monde

 

“A pasionaria do sari cor-de-rosa.”

Le Figaro



publicado por Rita Mello às 17:37 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 04.11.10

 

A denúncia de uma bárbara realidade perpetuada em nome da tradição.

 

Todos os anos 2 milhões de raparigas são excisadas.

130 milhões de mulheres foram já submetidas a estas mutilações em todo o mundo.

 

Segundo as vozes da tradição, a excisão aumenta a fecundidade das mulheres, garante a pureza e virgindade de uma jovem bem como a fidelidade de uma esposa… Na realidade, esta mutilação bárbara põe em perigo a vida das jovens raparigas que a ela são submetidas, priva-as do prazer e destrói para sempre as suas vidas enquanto mulheres.

O testemunho de Khady é o de uma criança que, aos sete anos, viveu este pesadelo e que, uma vez mulher, tomou consciência da barbárie desta prática. É o percurso de uma sobrevivente que denuncia, com uma coragem extraordinária, aquilo que teve de suportar, uma militante que luta sem descanso para salvar as crianças do horror que ela própria foi obrigada a viver.



publicado por Rita Mello às 09:42 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 21.10.10

 

 

Souad tinha dezassete anos e estava apaixonada. Na sua aldeia da Cisjordânia, como em tantas outras, o amor antes do casamento era sinónimo de morte. Tendo ficado grávida, um cunhado é encarregado de executar a sentença: regá-la com gasolina e chegar-lhe fogo. Terrivelmente queimada, Souad sobrevive por milagre. No hospital, para onde a levam e onde se recusam a tratá-la, a própria mãe tenta assassiná-la.

Hoje, muitos anos depois, Souad decide falar em nome das mulheres que, por motivos idênticos aos seus, ainda arriscam a vida. Para o fazer, para contar ao mundo a barbaridade desta prática, ela corre diariamente sérios perigos, uma vez que o “atentado” à honra da sua família é um “crime” que ainda não prescreveu.

Um testemunho comovente e aterrador, mas também um apelo contra o silêncio que cobre o sofrimento e a morte de milhares de mulheres.



publicado por Rita Mello às 14:09 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 10.09.10

 

 

Recebi uma carta da minha amiga Sonia. Terminava dizendo: “Quando esta guerra acabar, apenas as valas comuns testemunharão que em tempos houve aqui um povo.”

Tínhamos os corações partidos. Era o fim. O fim do mundo.

Na nossa tradição, uma morte rasga o tecido do mundo. Estamos todos ligados. Por casamento. Por amizade. Por trabalho.

Um dia, do nada, a mamã olhou para mim e disse: “Clara, vais escrever um diário.”

Seria um registo. Um objectivo. Era uma forma de contra-atacar.

 

Uma história tão tocante quanto O Diário de Anne Frank e A Lista de Schindler. É assim que a imprensa internacional define este livro, baseado no diário que a judia Clara Kramer escreveu em plena Segunda Guerra Mundial, quando tinha apenas 15 anos.

A 21 de Julho de 1942, os Nazis conquistam a cidade polaca de Zolkiew, originando a deportação e o massacre de milhares de judeus. A família de Clara consegue esconder-se num bunker que, apressadamente, escavara à mão. A viver por cima deles e a protegê-los está a família Beck. Embora se autoproclame anti-semita, o Sr. Beck arrisca diariamente a vida pelos dezoito judeus que acolheu. Apesar das condições de vida inumanas, dos relatos diários da morte de familiares e amigos e do terror constante, os laços de amor e solidariedade que se estabelecem entre eles dão conta da grandeza que faz pulsar o coração humano.

 

Contra todas as probabilidades, Clara sobreviveu para contar a sua história. O seu diário está exposto no Museu Memorial do Holocausto, em Washington. O bunker ainda existe.

Dos cinco mil judeus que habitavam Zolkiew antes da guerra, sobreviveram menos de sessenta.



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Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas.

 

Uma arrebatadora história de amor.

A prova de que a realidade pode ultrapassar a ficção.

 

Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus. A Irene disseram que ele fora adoptado e, embora destroçada, a menina encontrou consolo na ideia de o amigo ter então um lar carinhoso e feliz. Mas a realidade era bem diferente. Abandonado e só, Alan queria apenas dizer a Irene que nunca a esqueceria. Por ela, fugiu vezes sem conta. Foi sempre apanhado e, de cada vez, os castigos foram mais brutais.

Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas – frequentemente difíceis, sempre solitárias – sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro…

Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los. Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos.



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Waris Dirie (nome que significa Flor do Deserto) tem uma vida dupla – durante o dia, é top model internacional e porta-voz das Nações Unidas para os direitos das mulheres em África; à noite, os seus sonhos levam-na de volta a casa, na Somália.

Waris nasceu numa família tradicional de nómadas do deserto africano. A sua infância foi feliz e despreocupada… até ao dia em que chegou a sua vez de se submeter ao costume imposto à maioria das raparigas somalis: a mutilação genital. Waris sofreu esta tortura quando tinha apenas cinco anos de idade. Quando, já com doze anos, descobre que o seu pai pretende negociá-la com um desconhecido em troca de cinco camelos, Waris toma a decisão que vai mudar irreversivelmente a sua vida. Após uma extraordinária fuga pelo deserto, consegue chegar a Londres. Waris tinha poucos conhecimentos da língua inglesa e nenhum dinheiro. Acabará por trabalhar no MacDonald’s, onde um fotógrafo de moda a descobre. As portas da fama abriram-se então para esta jovem mulher cuja história é uma fonte de inspiração e cuja personalidade é tão arrebatadora como a sua beleza.



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Chamo-me Nojoud. Tenho dez anos. Os meus pais obrigaram-me a casar com um homem com o triplo da minha idade. Desde que me lembro, aprendi a dizer “sim” a tudo. Hoje, decidi dizer “não”.

 

A infância de Nojoud teve um final abrupto quando o pai lhe arranjou um casamento com um homem muito mais velho, que ignorou o compromisso de esperar que a menina alcançasse a puberdade para ter relações sexuais. O marido roubou-lhe a virgindade na noite de núpcias. Ela tinha apenas dez anos. A sua tenra idade não a impediu de fugir – não para casa, mas para o tribunal. Surpreendentemente, o juiz deu-lhe razão. Algo inédito num país onde mais de metade das raparigas casa antes dos dezoito anos. A sua coragem foi aplaudida pela imprensa internacional e comoveu o mundo inteiro. Nojoud conta agora a sua história. Para quebrar o silêncio e encorajar as outras meninas a lutar pelos seus direitos mais fundamentais.

 

Esta vitória legal sem precedentes conduziu a mudanças no Iémen e em outros países do Médio Oriente, onde as leis dos casamentos de menores estão a ser alteradas.

Nojoud foi recentemente distinguida ao lado de Hillary Clinton e Condoleezza Rice como uma das Mulheres do Ano.



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Mais de quinze personalidades.

Uma mente torturada.


Alice parecia ter tudo para ser feliz: vivia com os pais e o irmão numa casa luxuosa, frequentava as melhores escolas… Porém, sempre se sentiu diferente das outras crianças. Sofria de perdas de memória, tinha pesadelos violentíssimos e as vozes que ouvia na sua cabeça pediam-lhe para se matar. Culpou-se em silêncio durante anos até procurar um terapeuta, que a ajudou a compreender o que a atormentava: múltiplas personalidades. Quando elas se revelaram, Alice percebeu por fim a dimensão da sua agonia. Cada uma das personalidades tinha as suas próprias e terríveis memórias. Ela podia finalmente ter uma visão global da sua infância. Mas o que descobriu quase a matou.

Alice fora abusada pelo próprio pai desde os seis meses de idade. Ao longo da sua infância, adolescência e juventude, ele violara-a centenas de vezes, tendo até permitido que outras pessoas o fizessem. “O meu pai infligiu-me todas as perversões possíveis”, conta-nos. Na adolescência, sofria de anorexia e de perturbação obsessivo-compulsiva, perturbações que eram, no fundo, silenciosos pedidos de ajuda que ela descreve corajosamente em O Inferno de Alice.

Perceber e sobreviver ao passado foi apenas o início de uma luta que Alice trava até hoje. Esta é a sua história.



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Esta é a história que poucas pessoas acreditavam ser possível contar. Osama bin Laden é o terrorista mais procurado de sempre. Obcecado pelo secretismo, a sua vida tem-se mantido envolta em mistério… até agora. Num acto de coragem, a sua mulher e o seu filho quebram o silêncio e revelam a verdade sobre o carácter e a vida de um homem temido e venerado em todo o mundo.

Najwa bin Laden casou com Osama aos quinze anos e foi a sua primeira mulher. Nesta obra, ela descreve o homem sério e calmo por quem se apaixonou e que um dia a obrigou a trocar uma vida de riqueza extraordinária na Arábia Saudita pelas montanhas inóspitas do Afeganistão. Najwa viu-o tornar-se cada vez mais severo, até que o seu fanatismo crescente dilacerou a família. Omar bin Laden é o quarto filho do casal e conta como sofreu na pele a crueldade de um pai que recusava aos filhos bens tão elementares como medicamentos, que os forçava a dormir no deserto em buracos que eles próprios escavavam, e lhes batia quando riam demasiado. Um dia, Osama pediu-lhes para se tornarem mártires pela causa. "Finalmente sabia com o que contar. O meu pai odiava mais os seus inimigos do que amava os filhos.”

Najwa e Omar partilham com o leitor segredos e detalhes arrepiantes. Nem mesmo os mais conceituados escritores e jornalistas haviam conseguido aceder aos membros desta família. Mas a confiança depositada em Jean Sasson permitiu o que muitos julgavam impossível. O resultado é este documento humano único. Com um acesso sem precedentes, Jean Sasson conduz o leitor até ao mundo secreto dos bin Laden.



publicado por Rita Mello às 01:20 | link do post | comentar | favorito

 

Fui violada e forçada a casar.

Fiquei grávida aos treze anos.

Conto-vos a minha história porque vivi um pesadelo e sobrevivi.


Abandonada pelos pais, a pequena Sameem Ali passou os seus primeiros sete anos num lar onde conheceu estabilidade e bondade. Mas quando soube que a mãe a queria de volta, ficou radiante por poder começar uma nova vida em família. Porém, em vez de um lar, encontrou uma casa imunda onde foi tratada como uma escrava. Era obrigada a trabalhar sem interrupção e violentamente espancada pela mãe e pelo irmão.

Um dia, a mãe decide levá-la a visitar o Paquistão. Sameem nascera na Grã-Bretanha e nunca saíra do país, tinha treze anos e a perspectiva da viagem deixou-a feliz… Mas a sua alegria foi breve. No Paquistão, esperava-a um casamento forçado com um desconhecido que a violou repetidamente. Dois meses depois, a menina estava de volta a casa da mãe, grávida. Esse fora, afinal, o objectivo: forjar um vínculo que permitisse ao marido emigrar para a Grã-Bretanha.

Sameem estava só e desesperada quando o inesperado aconteceu: apaixonou-se e, para sua surpresa, foi correspondida. Em casa, os abusos continuaram, mas algo mudara na jovem de dezassete anos: a maternidade dera-lhe força e o amor esperança. Sentindo-se apoiada pela primeira vez, fugiu de casa e da violência que também recaía sobre o seu filho.

Pensou então ter conseguido superar os traumas do seu terrível passado. Não estava preparada para as consequências de ter violado a honra da família…



publicado por Rita Mello às 00:56 | link do post | comentar | favorito

 

Quando por detrás de uma infância idílica se esconde uma realidade terrível.

 

“Sentia-me certa do amor da minha mãe. Amava-a e sabia que ela me amava. Ela havia de mandá-lo parar.”

 

Toni tinha apenas seis anos quando o seu mundo ruiu.

Quando o pai teve a sua primeira atitude obscena, a pequena Toni arranjou coragem para contar à mãe o que tinha acontecido, certa de que esta traria a normalidade de volta à sua vida. Mas a mãe fez o impensável: disse-lhe para nunca mais falar nesse assunto. Quando os abusos se intensificaram, o pai ameaçou-a. Toni estava proibida de contar à mãe ou a qualquer outra pessoa. Aquele pesadelo teria de permanecer “o nosso segredo”.

Aos catorze anos, Toni engravidou do pai e partilhou pela primeira vez o seu terrível segredo. Mas, tal como o pai previra, todos a culparam. Apesar de o pai ter sido preso, a jovem continuou a sofrer: quase morreu devido a um aborto, e foi cruelmente julgada e rejeitada pela família, professores e amigos. Após um período de profunda depressão, Toni enfrentou a única verdade na sua vida: para poder aspirar à felicidade, teria de contar apenas consigo própria.

 

Não Digas Nada à Mamã é o relato verídico e tocante da pior das traições; uma história de coragem que inspirou centenas de milhares de leitores em todo o mundo.



publicado por Rita Mello às 00:19 | link do post | comentar | favorito

 

Da autora de Não Digas Nada à Mamã


Perguntou a si mesma vezes sem conta, andando às voltas pela sala: como pode a minha mãe continuar a gostar de um homem que cometeu um crime tão hediondo? Ela sabe o que ele me fez, à sua própria filha. Como pode continuar a amá-lo? E se foi capaz de lhe perdoar, o que é que sentirá realmente por mim? Foi tudo uma mentira?

 

A infância de Toni terminou quando ela tinha apenas seis anos e o seu pai lhe roubou a inocência. Já adolescente e após anos de abusos sexuais, ela encontrou por fim a coragem para o enfrentar, conseguindo que fosse condenado à prisão. Toni acreditou então que podia ter uma vida normal. A sua relação com a mãe floresceu, bloqueando por completo as más recordações. Mas, dezoito meses mais tarde, Toni chega a casa e encontra o pai sentado na sala de estar. Foi nesse momento que percebeu que o pesadelo não terminara e que a mãe esperara ansiosamente pelo regresso do marido.

Sozinha e traumatizada, Toni saiu de casa e mergulhou numa profunda depressão, tendo acabado por ser internada num hospital psiquiátrico. E, quando já ninguém acreditava na sua recuperação, ela começou a melhorar. A sua enorme força de vontade permitiu-lhe começar de novo e, através do seu testemunho, alertar e ajudar todos os que, como ela, são vítimas inocentes das pessoas em quem mais confiam.



publicado por Rita Mello às 00:17 | link do post | comentar | favorito

 

A vida de Donya al-Nahi, uma inglesa loira e de olhos verdes que se converteu ao islamismo, mudou no dia em que conheceu uma mulher britânica, casada com um muçulmano, cuja filha de seis anos tinha sido raptada e levada para a Líbia pelo próprio pai. Comovida pelo desespero da jovem mãe, Donya respondeu corajosamente: “Vamos lá buscá-la.” Pouco depois, arriscou a vida para resgatar a criança enquanto ela ia para a escola, em Trípoli. A intensidade da experiência foi tal que Donya decidiu ajudar outras mulheres igualmente sós e impotentes perante a maior das crueldades. “Ninguém tem o direito de separar uma criança da mãe”, afirma. Dezenas de crianças foram salvas graças à audácia e ao altruísmo de Donya. Este é um testemunho tremendamente honesto e emocionante de uma mulher heróica que teve de suportar os maiores riscos e até a prisão em alguns dos locais mais perigosos do mundo.

Para muitas famílias, Donya al-Nahi é a Heroína do Deserto.



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